Em Angola, várias são as medidas sobre políticas educativas que assumem “de forma mais ou menos intensa” compromissos de intervenção sobre os problemas inerentes à qualidade do ensino nas instituições de ensino superior, conferindo deste modo certa autoridade e autonomia nas universidades e suas unidades orgânicas. Neste artigo procuramos problematizar as questões que se afiguraram como mais pertinentes sobre as políticas de avaliação, recorrendo ao contributo de diversos autores, através de uma investigação de carácter descritivo com um pendor eminentemente qualitativo. De modos a concretização da problemática inicial, pretendeu-se de forma geral analisar diferentes estudos referentes as políticas de integração curricular sobre a avaliação da aprendizagem em Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Portugal e Brasil. Foram utilizados como pressupostos metodológicos os métodos histórico-lógico, análise documental e pesquisa bibliográfica. Dos resultados se afere não só a escassez de contributos da investigação empírica sobre a temática em estudo no contexto angolano, mas também a dificuldade de, a partir de estudos empíricos referenciados, se perceber como é que as políticas sobre a avaliação se afiguram como foco de intervenção em dada realidade em que se propõem transformações que as orientam levando às discussões vinculadas à perspectiva de democratização da organização sobre políticas de integração curricular de avaliação nas instituições universitárias.