Este capítulo explora como as tecnologias emergentes, especialmente a Inteligência Artificial (IA), impulsionam práticas sustentáveis e estratégias de redução de gases de efeito estufa (GEE) rumo à meta global de Net Zero. A revisão da literatura identificou que a IA desempenha papel crucial na gestão de resíduos, eficiência energética e monitoramento de emissões, promovendo avanços significativos na sustentabilidade ambiental. O conceito de biosustentabilidade, aqui definido como integração entre preservação biológica e inovação tecnológica, é discutido com exemplos práticos, como o uso de IA em agricultura de precisão e restauração de ecossistemas. Embora as tecnologias emergentes apresentem grande potencial, o estudo evidencia desafios éticos, riscos de desigualdades e necessidade de governança responsável. Entre as limitações, destaca-se a escassez de padrões normativos para biosustentabilidade e a predominância de estudos de caso setoriais. Recomenda-se, para pesquisas futuras, a ampliação de investigações empíricas em larga escala, a consolidação de frameworks éticos para IA e o aprofundamento dos impactos sociais dessas tecnologias em países em desenvolvimento.